sexta-feira, setembro 28, 2012

Secrets Life - Capitulo 9 - Fama?


Embarquei cedo em Moonligth para Brigderport, quando mais longe ficasse daquela cidade, maior era a chance de eu esquecer o que havia acontecido, e quem sabe até esquecesse-se das pessoas que me ligavam a cidade do sobrenatural. Mas estava enganada, no caminho de volta para casa meus pensamentos insistiam em voar de volta, para Léo, eu não tenho outra opção a não ser esquecer o acontecido e torcer para que eu nunca mais o veja.

A viagem teria sido tranquila se não fosse pelo fato que um numero desconhecido insistia em ligar, mesmo eu não o atendendo, ligou no mínimo umas 15 vezes, para evitar maiores problemas mandei uma breve mensagem dizendo que quando e pousasse eu ligaria. Enquanto me dirigia a recepção para pegar minhas malas, aproveitei para ligar para o desconhecido, torcendo para que não fosse Léo.
- Heloísa Miranda? – falou uma voz masculina do outro lado da linha.
- Sim, quem seria?
- Meu nome é Mathew Hamming, não sei se me conhece  mas sou ator, mas gostaria de tratar um assunto profissional com você!
- Já ouvi falar de você, que tipo de assunto profissional? – este Mathew era o maior garanhão de Bridgerpot , todas as mulheres solteiras queria estar com ele.
- Tenho uma proposta de trabalho para você.
- Estou ouvindo.
- Não é do tipo que se fala por telefone, seria melhor se viesse na minha casa para podermos conversar.
- Tudo bem só me diga o endereço!
- eu pensei que sendo uma jornalista famosa, você saberia o meu endereço.
- Eu só sei o que me diz respeito – esse cara se achava  a ultima bolacha do pacote, mas depois de uns segundos ele falou, em menos de 30 minutos estava batendo a sua campainha.

- Você é Heloísa?
- Sim.
- É um prazer conhece-la.
- Obrigada.
- Vamos entrar.
Ele me levou a um escritório bem decorado.
- Sente-se, gostaria de um café?
- Não obrigada.
- Bom eu gostaria de fazer uma proposta para você, antes de fazê-la deixe me falar o que me leva  a fazer esta proposta.
- Meus ouvidos são todos teus.
- Eu estou em um filme que caminha para uma grande bilheteria, só que surgiu um problema, eu como posso te dizer, eu tenho uma namorada que está gravida, e eu preciso limpar minha barra, não vai pegar bem  e meu filme irá fracassar.
- E qual é a proposta?
- Você ser a minha falsa namorada, ir a eventos, estreias e aparecer em publico, para os paparazzi pensarem que estou com nova namorada, e esquecer e minha verdadeira namorada, é como o ditado, “quem não é visto não é lembrado”.
- E por que eu?
- As pessoas te conhecem, você é bonita, tem tudo que algum homem poderia querer.
- Eu não sei, e qual seria o pagamento?
- Nos dias normais 100 simoleons, e nos dias de eventos 200 simoleons, e as roupas são por minha conta.
- Eu terei que vestir o que tu quiseres?
- Se quiser, pode comprar.

Eu estava pensando bem, eu poderia fazer ciúmes em Léo e sair do trabalho chato, e não correria o risco de ver Léo novamente, eu juntaria o útil ao agradável.
- E onde está o contrato?
- Você quer contrato?
- Claro você pode me passar à perna e eu não terei como te processar.
- Inteligente, aqui está.
Assinei o contrato depois de ler, estava saindo quando ele disse:
- Hoje a noite começa o expediente, premier de um filme de segunda, fui convidado e terei que comparecer.
- Tenho uma sobrinha, ela poderá ir junto?
- Claro, mas da de tapete vermelho para ela.
- Ela não é destas coisas.
- Está decidido, às 20 horas passarei lá para pega-la, tudo bem?
- Sim.

Já era passado do meio dia, fui para casa e Gabriela estava no seu quarto.
- Oi, quanto tempo!
- Oi, veio antes?
- É aconteceu algumas coisas.
- O que aconteceu?
Contei –lhe sobre Léo e Mathew, podia perceber em seu olhar a raiva de Léo.
- Mas este Mathew vai ser teu falso namorado?
- É, até o filme lançado.
- Isto é tão egoísta e superficial da parte dele.
Ela tinha razão, ele agia de forma egoísta, sem se preocupar com o filho que estava se gerando dentro de sua namorada.
As horas passaram voando e quando menos percebi já era 20 horas, e ele era extremamente  pontual. Uma limusine estacionou em frente a minha casa e nos dirigimos a premier.
O local no qual fomos era lindo, bem decorado com grandes castiçais e luminárias, era muito sofisticado. Posamos no red carpete, e os fotógrafos já começaram com as perguntas, eu me calei.

Depois que entramos , um garçom muito educado se dirigiu para nós, nos perguntando se queríamos alguma bebida, Mathew pediu champanhe para o nosso camarote, e nós ficamos lá bebendo e conversando, de vez enquanto algumas pessoas vinham conversar conosco, mas logo se retirava.
Eu devia tentar me divertir, mas meus pensamentos voltavam para Léo, em quanto eu estaria rindo e me divertindo se estivesse com ele, mas eu tinha que entender que ele me traiu e traição não tem perdão.

Voltamos para casa, me arrumei para dormir esperando que eu não tivesse feito uma baita burrada.

sexta-feira, setembro 21, 2012

Baixar casa - Aconchego do Mar.

Cozinha
 Frontal

Vista pro mar

Penteadeira (Quarto)


Sala de Jantar

 Sala de Estar





Banheiro


domingo, setembro 16, 2012

Baixar Apartamento - Torre dos Solteiros

Garagem


 Sala de Estar/ Tv


Entrada


Cozinha


Quarto





 Banheiro


Sala Estar/ TV


Sala de Jantar


Desculpem pela qualidade das fotos, é que eu instalei de novo o meu jogo, e esqueci de alterar as configurações.


                                         Baixar

sábado, setembro 15, 2012

Secrets Life - Capitulo 8 - Decepções Sobrenaturais!



Não deu muito tempo para ficarmos em Brigderport, mal chegamos, desfizemos as malas, e embarcamos para Moonligth Faals, sim a cidade de onde provem as maiores lendas aterrorizantes da historia.

Após 4 horas de viagem, desembarcamos e nos dirigimos à casa da mãe de Léo, era simples e aconchegante, do estilo casa da vovó, com poltronas acolchoadas e sem nenhum tipo de luxo, mas mesmo assim me sentia bem com o barulho de agua correndo e com o ambiente.

Assim que chegamos á frente da casa, apareceu uma mulher  com algumas marcas de idade, assim que viu Léo, veio correndo abraçar ele.
- Oi meu filho, quanto tempo?
- Oi mãe, estava com muita saudade!
-Eu também filhinho querido, e quem é esta linda garota que está com você?
- Está é minha namorada Heloísa.
- Prazer, você não era a garota do tele jornal?
-Sim...
- Me desculpe, mas eu sou Fabiana.
- Prazer Fabiana.
- Vamos entrar.
Fomos até a casa, largamos as malas no quarto, Fabiana foi para a cozinha, fazer biscoitos de café da tarde.
- Mãe, cadê a vovó?
- Ela esta no encontro de senhoras, logo ela está aí!

Não demorou muito quando vi uma senhora subindo as escadas da entrada com dificuldade, quando levantou a cabeça e viu Léo, seu rosto se iluminou e de fora da casa já disse:
- Eu não acredito que meu neto está aqui.

Léo saiu para rua e abraçou com força a sua vó, fiquei com medo que fosse desmontar a velha, me apresentou e quando estávamos indo para dentro de casa, a mesa já estava arrumada na varanda, comemos  e observamos o sol se por vagarosamente no horizonte.

Quando a noite caiu completamente, entramos e ficamos na sala aconchegante, quando a vó de Léo começou a contar algumas historias assustadoras sobre aquela cidade, a que mais me chamou atenção foi esta:
Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa ,espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento. 
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena cidade. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rostos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que explicasse a origem dos retratos.”

- E esta historia é só um conto, não tem nada de verdade nisto.
- Menina não fale isto, eu acredito no sobrenatural.
- Por quê?
- Quando o meu esposo morreu, eu uns dias depois vi o fantasma dele, ele falou comigo...
- O que ele disse?
- Ele disse ”Desculpe, mas eu te traí e preciso saber se me perdoa?’’ e eu perdoei ele, depois daquele dia não o vi mais.
- Talvez fosse uma alucinação.
- Não foi, mais tarde uma mulher veio aqui perguntando por ele, achei estranho, até que ela disse que tinha um caso com ele.
Nossa aquilo era assustador, como eu iria dormir a noite com estas historias?
Fomos dormir, bom, eu tentei dormir, já Léo deitou e apagou, homens não se assustam com nada.

Acordei cedo no outro dia e tomei café, ajudei na limpeza da casa e de tarde fomos ao parque, o parque era limpo e muito bonito, sentamos em banco comemos hambúrguer...
 e conversamos, quando de repente Léo se levantou dizendo que ia ao banheiro, continuamos conversando tranquilamente até que através das árvores vi Léo aos beijos com uma mulher, que tipo de banheiro era aquele?

- O que está acontecendo aqui? –perguntei
- Nada...
- Nada Léo? Tem certeza?
- Deixa eu me explicar, ela era uma colega de escola...
Vi que ela ainda estava ali olhei para ela com um olhar do tipo some daqui.
- colega da escola?
- É, eu não sei o que aconteceu, quando eu vi a gente estava se beijando .
- Não sabe, tu acha que me engana? Quer saber acabou!
- esta terminando comigo?
- Estou, quem faz uma vez faz sempre.
- Me da uma chance?
- Não, pode seguir o teu caminho, eu vou ficar aqui mais tarde vou pegar minhas coisas na tua mãe.
 - Tudo bem – saiu e eu me sentei no chão, eu que estava me apegando, que em tantos anos solitária, não tinha me abrido com ninguém quando dei chance pro amor  acabei me magoando profundamente.

Quando menos percebi já era noite, e sai dos meus devaneios com uivos  altos e claros, era como se um lobo estivesse por  perto, mas isto era impossível, não havia floresta muito menos um bosque, mas para o meu horror, vi um homem peludo sair de um arbusto me olhou com seus olhos amarelos, e veio na minha direção para me atacar, até que um homem alto, de capa preta parou aquele homem lobo, e depois disse.

 -Vai caçar em outro lugar, Eglie, onde já se viu atacar mulheres indefesas.
Pelo que percebi o homem lobo se chamava Eglie.
- Não te intromete, Pietro, você sabe do acordo cada um do seu lado.
- Não se você iria... – diminuiu a tom da voz – matar uma mulher.

Eglie foi embora e o homem de capa preta se dirigiu a mim.
- Você está bem?
- Sim, Sim, estou bem.
- Meu nome é Pietro, você não devia estar esta hora sozinha na rua.
- Mas não é tão tarde...
- Aqui em Moonligth  9 horas da noite é tarde.
- Está bem, eu não sei voltar, sou turista..
- Onde você tem que ir?
- É uma casa afastada, numa praia.
- Seria a casa da dona Fabiana?
- Isto.
- Te levarei para lá.
- Tem certeza?
- Claro.

Entrei no belo carro, ele me levou até a porta, aonde Léo veio atender, ficou surpreso e irritado por ter aparecido com outro homem.

- Olá Leonardo, vim trazer uma moça.
- Sim – vi a raiva nos olhos dele.

Despedimo-nos e agradeci pela carona, quando Léo fechou a porta gritou para mim.
- Você sabe quem é ele?
- não me interessa.
- Ele é suspeito de ser vampiro, e matar mulheres inocentes.
-Mas não me matou, na verdade ele.. – me lembrei do lobisomem e decidi não falar sobre isto.
- Na verdade ele o quê?
- Ele foi muito gentil.

Ficaríamos eternamente discutindo, mas virei às costas, arrumei minhas malas e as trouxe para sala, arrumei um lugar no sofá, e disse.
- Amanhã eu volto para Brigderport, faça o que quiser daqui pra frente.

domingo, setembro 09, 2012

Voando Alto - Capitulo 7 - Novas Amizades



Quão bela que é esta Sunit , pensei no avião, pela janela do avião podia ver as belas praias, as pessoas surfando e deitadas nas areias brancas. Meu chefe me ligou de madrugada e disse que pela manhã eu iria embarcar para Sunit, não dormi esta noite arrumando minhas malas e as malas de Gabriela, mas agora eu penso que foi uma boa, por que esta viagem era para ser á trabalho, mas está com ar de férias.

Após deixarmos o aeroporto, nos dirigimos para um pequeno chalé à beira mar, aquela casa que o meu chefe alugou para nós era muito linda e aconchegante. Largamos as malas e fomos a praia, pra quem não sabe a praia mim é um lugar que acalma a alma, posso dizer que é meu passatempo favorito.

Deitamo-nos nas espreguiçadeiras, e ficamos um tempo observando o mar ir e vir até Gabi sair para pegar um suco em casa e deixando eu e Léo sozinhos.

- Eu queria que você conhecesse meus pais – falou Léo.
Surpreendi-me, por que achei que ele não estivesse interessado em oficializar o nosso “pega”.
- Claro, eles são de onde?
- A minha mãe e meu padrasto moram em Moonlight Falls.
- E o seu pai?
- É uma longa historia, mas resumidamente ele  se separou da minha mãe, eu fiquei com ela até os meus  15 anos, depois que minha mãe arrumou um novo marido vim morar com ele em Brigderpot.
- Por que você não me apresentou ele?
- A gente brigou feio, e desde então eu não falo mais com ele.
- Você pensa em voltar e morar em Moonlight?
- Eu penso em viver uma aposentadoria tranquila naquela pequena cidade.

Gabi voltou com uma jarra de suco para nós, ela se sentou e continuamos  jogando conversa fora, até que um casal de aparência jovem se dirigiu para nós, a primeira a se apresentar foi uma bela mulher.
- Olá, eu sou Beaz  e este é meu namorado .
- Oi, prazer em conhecer – disse Léo.
- Prazer é meu.

Eles se sentaram e conversamos mais um pouco até que decidimos ir ao cassino, nos arrumamos e fomos ao belo cassino. Pelo jeito tinha muita gente interessada em curtir a noite no cassino, jogamos ,bebemos e nos divertimos até tarde da noite. Quando era três horas da manhã voltamos para casa e fomos direto para cama. Em pouco tempo o sol saiu , não conseguimos dormir por muito tempo e logo já estávamos em pé.

Fiz o café da manhã enquanto Gabi  jogava xadrez.

Comemos e decidimos chamar Joshep e Beaz para jogarmos bola , em pouco tempo estávamos todos suados e querendo um refresco, fizemos um suco de laranja e matamos a sede.

Como estava perto do meio dia, fomos ao restaurante e comemos, mais tarde  eu,  Beaz e Gabi fomos ao spa, desfrutar do que a bela cidade oferece, enquanto Léo e Joshep foram pescar.

Quando a noite chegou , voltamos para casa comemos e decidimos ligar a fogueira e nos aquecer.
- Beaz, me diga você é daqui?
- Não, eu sou de Brigderpot.
- Nossa, eu também sou de lá.
-Eu e Joshep viemos de férias, mas logo temos que voltar.
- eu era para ser a trabalho, mas a equipe de filmagem perdeu os equipamentos no caminho, amanhã eu irei voltar para Brigderpot.
- Qual é a sua profissão?
- Eu sou jornalista.
- Você tem pinta de atriz.
- Capaz, nunca atuei.

Conversamos mais um pouco nos despedimos, prometendo nos encontrar em Bridgeport, fomos dormir, para estarmos descansados para voltar para casa.